STJD reduz punição, e Michel Bastos retorna na última rodada do Brasileiro

Michel Bastos

O lateral esquerdo Michel Bastos só tem mais uma partida para disputar na temporada. O jogador foi julgado novamente pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) nesta quinta-feira, em função da sua expulsão contra o Flamengo (no distante 24 de setembro), e teve a pena reduzida de três para duas partidas de suspensão.

Como já cumpriu suspensão automática no jogo seguinte à entrada violenta no meia Everton, Michel Bastos ficará fora apenas da partida contra o Figueirense, neste domingo, no Morumbi. Ele voltará a estar à disposição do técnico Muricy Ramalho contra o Sport, no fim de semana seguinte, na Ilha do Retiro. O compromisso é válido pela última rodada do Campeonato Brasileiro.

Já classificado para a Copa Libertadores da América e eliminado da Copa Sul-americana, o São Paulo tem como objetivo derradeiro ratificar o vice-campeonato nacional neste final de temporada. A equipe de Michel Bastos atualmente soma 69 pontos, três de vantagem para o rival Corinthians.

Fonte: espn.com.br

Coluna do Paulo Martins: A opinião “leviana” de sempre…

Banner - Coluna do Paulo Martins

Sentiram saudades? Eu senti. Espero que tenham sentido também. Mas vamos ao que interessa: um pouco de opinião não faz mal, faz? Abster-se de opinar faz mal. Reter coisas dentro de si faz mal. E, pelo que soube, alguns gostam de textos mais opinativos. Que seja, então. De vez em quando farei, como hoje, por exemplo. E por partes, para facilitar a leitura. Haja opinião…

Outra eliminação…

É… De novo. Doeu, como todas doem. Uma menos, outras mais. Esta talvez um pouco menos. O time fez o que podia, ficou evidente que esforço não faltou. Não consegui dormir. O som da pelota acachapando o poste diversas vezes permeava meu sono como o som de um canteiro de obras. Aquele jogo não deveria ter ido para os pênaltis. Vi a eliminação no rosto de Michel Bastos, entregue, sentado no chão, esperando para o início das cobranças.

Ficou claro – de novo! – que Muricy e a fórmula de disputa por jogos eliminatórios não combinam. No primeiro tempo, apostou em três homens de ligação e apenas um no ataque. Fomos mal, muito mal. No seguindo, corrigiu a bobagem. Mexeu no posicionamento e Ganso foi o único armador. Encaixou e fez um segundo tempo soberbo de onde poderia ter saído do campo coroado, caso nos classificássemos. Kardec e Osvaldo tiveram chances. Não renderam o esperado. Com a entrada de Kardec, até concordo. Mas tendo Pato no banco, porque Osvaldo? Aliás, o que diabos Muricy tem contra o Pato? Poxa vida…

Os ecos da eliminação…

Deu pena ver, logo após o jogo, a resignação de Luís Fabiano, Ganso e principalmente Rogério Ceni. Extenuados, não procuraram desculpas. Apenas disseram que não deu, que fizeram o que podiam, que lutaram etc. Concordo com eles.  A tristeza no rosto de todos era indisfarçável, sobretudo em Rogério Ceni, que até fez elogios aos seus jogadores, dizendo-se honrado por fazer parte daquele grupo. Teve hombridade e encarou a realidade com serenidade. Gostei. Não sei se vai parar, mas como um dos maiores jogadores da história do São Paulo, merecia outra despedida em torneios internacionais. Se bem que ninguém ao certo sabe se ele irá, de fato, se aposentar.

Dias atrás, o discurso da direção: pontos positivos, porém alguma incoerência. E aí? Equívoco ou despiste?

Nessa semana o Blog do São Paulo postou uma entrevista do Sr. Ataíde Gil Guerreiro, feita pelo Blog do Menon. O diretor sempre me passou a imagem de uma pessoa séria e é nisso que acredito. Trabalhou em boas contratações, de nomes indiscutíveis, como Michel Bastos, Pato e Kaká. Citou um ponto positivo de apostar um pouco mais na base, dar mais espaço aos garotos, principalmente pela intenção de mesclar o time no Campeonato Paulista do ano que vem, com jogadores mais experientes e atletas da base. Gostei disso! É o caminho…

Mas achei a entrevista um tanto quanto contraditória, em alguns pontos. Não é segredo que a fragilidade deste time passa muito pelo setor defensivo, que até melhorou um pouco, recentemente. Quando questionado sobre isso, o Sr. Ataíde mencionou já haver jogadores em que ele confia para o setor, e citou que aposta em Lucão. Até aí, normal. Mas descartou a chegada de Lugano, segundo ele, por preferir apostar em alguém mais jovem. Certo, é uma “filosofia”, como gostam de dizer. E se contradisse logo em seguida quando mencionou que iria contratar alguém para o lugar do Kaká não especificamente com as mesmas características como jogador, e sim o mesmo perfil: experiente, líder, agregador… Ou seja, um jogador mais rodado, veterano talvez. Aí ficou minha dúvida: é incoerente ou está escondendo o jogo?

Aquela coisa do “será decidido no planejamento” também me encafifou um pouco. Porque imaginava que o planejamento do ano que vem, a pouco mais de 30 dias para o final de 2014, já estivesse em vias de ser colocado em prática, se já não estivesse em andamento, e não de ser “decidido” ou rascunhado. Espero que conste no planejamento uma maior atenção à preparação física dos atletas, porque na maioria dos jogos o que se vê são jogadores do São Paulo morrendo em campo. Sei lá, pareceu despiste. Espero que seja. Seguirei confiando e apoiando.

Rogério Ceni: aposentadoria em 2014 ou após a Libertadores de 2015?

Quem sabe disso é ele, óbvio. É algo muito íntimo, porque significa um marco na vida de um jogador de futebol. É aquela história que o ex-jogador Falcão relata: a primeira morte. Se fosse comigo, pararia. Ainda acho que Rogério, pela capacidade que tem, pode fazer sim bons jogos no futuro. Mas por quanto tempo mais, considerando o calendário massacrante? E há que se pensar no depois, na qualidade de vida depois da bola. Só que o homem é fominha e como tem feito bons jogos, como o de ontem, pode ser que fique. Se ficar, terá meu apoio, como sempre tem todo aquele que veste e honra o manto.

Agora, sinceridade: o que a Penalty fez, não se faz. Refiro-me ao “convite” para a entrevista coletiva de aposentadoria do jogador, que ainda não se decidiu.

E se ele parar, quem seria o goleiro? Denis?

Denis provavelmente terá oportunidades no Campeonato Paulista de 2015. Muitos apostam nele. Não acho um “pereba”, mas penso que não está a altura de atuar como titular no gol do São Paulo. Como comparação, acho que não está no nível de Roger e de Bosco, por exemplo. O Sr. Ataíde já negou, mas queria ver Jefferson no gol tricolor. Para mim, é o nome mais apropriado. Cavalieri estaria um degrau abaixo do atual arqueiro botafoguense.

E Breno?

Será que vem mesmo? Aposto minhas fichas que sim. Mas dizer que irá ser o Breno de antes, não arrisco. Foi um tremendo de um zagueiro com a camisa tricolor. Hoje, parado, provavelmente sem treinamento adequado, o nosso “approach”, como torcida, terá que ser outro. É bem-vindo e portanto que venha, coloque a cabeça no lugar, use a memória atlética que seu corpo tem, entre em forma e volte a jogar. Mas o caminho será longo. Torço para que dê tudo certo. Se voltar a jogar 60% do futebol que tinha, ajudará a resolver o problema da zaga.

Penalty x Adidas x Under Armour x Puma…

Para encerrar, a polêmica sobre as empresas de material esportivo. Minha opinião “leviana” sobre o assunto não poderia faltar. A impressão que dá é que a Penalty está se esforçando ao máximo para descontentar o São Paulo. Nem vou mencionar a camisa de Rogério Ceni porque ainda não vi. Me refiro mais aos atrasos relatados pela imprensa e, claro, a bola fora com a aposentadoria do jogador. Como torcedor e consumidor, não gosto da qualidade dos uniformes, que para mim valem mais do que custam, muito disso em função de ostentar o diamante que ri em cada peça. A linha Raízes achei sensacional, justiça seja feita. Para mim é o que se salva nesta parceria mais recente. Como há multa rescisória na jogada, resta-nos acompanhar como se desenrolará a história toda. Considerando a história que tinham com o tricolor, acho que a Penalty poderia ter caprichado mais!

A Adidas seria a minha preferida, mas parece que recuou. Entre Under Armour e Puma, que parecem ser as favoritas, vou na contramão: apesar de a escolha lógica ser a Puma, a marca norte-americana é muito forte no hemisfério norte. Tive a oportunidade de ter contato com essa realidade nos últimos dias e nos EUA visitei várias lojas da Under Armour. Roupas bacanas, material de boa qualidade e num preço bom, se comparados aos artigos correlatos da marca Puma, também a venda por lá (caríssimo por aquelas bandas, aliás!). Bastante popular, a Under Armour, portanto: vi muita gente usando as roupas da marca, bem como a veiculação de diversas propagandas em outdoors e na mídia televisiva, principalmente de futebol americano. Confesso que curti. Não comprei nada porque levei pouco dinheiro (pobre é f…!).

Só a título de comparação entre Under Armour e Adidas, como estive em Orlando, procurei incansavelmente por uma camisa do Orlando City com o nome de Kaká, que até aparece em alguns outdoors pela cidade, e não achei. E fui a lojas oficiais da Adidas, marca que patrocina o clube. Nem em outlets havia. Ou era desinteresse ou interesse demais! Se a marca Under Armour realmente vier para o Brasil e o São Paulo a escolher, desvantagem penso que não teremos.

Grande abraço a todos vocês, meus iguais e um ótimo início de final de semana.

Força e Fé! Vai São Paulo!

Por Paulo Martins

Muricy cobra Aidar por reforços em 2015

Muricy

A eliminação na Copa Sul-Americana praticamente encerrou o ano para o São Paulo. Já garantido na Libertadores de 2015, o clube poderá agora focar mais ainda no planejamento para a temporada que vem por aí. Mas precisa ser mais rápido, de acordo com avaliação do técnico Muricy Ramalho.

“Já conversei com o presidente (Carlos Miguel Aidar). Estamos um pouco lentos, precisamos apertar um pouco mais. Isso aqui é gigante, se você quer o cara precisa ir para cima. A gente tem o perfil do que queremos. Não são muitos, a base está feita, mas faltam jogadores em algumas posições”, afirmou o treinador na coletiva após queda nos pênaltis para o Atlético Nacional.

O principal ponto gira em torno de um atleta para suprir a saída de Kaká. O meia tem contrato por empréstimo até o fim de dezembro e irá jogar no futebol norte-americano no ano que vem, pelo Orlando City. Hoje, além do camisa 8, Muricy conta com Ganso, Michel Bastos e Boschilia para a posição. Maicon também pode jogar mais avançado.

“Já conversei com o presidente (Carlos Miguel Aidar). Estamos um pouco lentos, precisamos apertar um pouco mais. Isso aqui é gigante, se você quer o cara precisa ir para cima. A gente tem o perfil do que queremos. Não são muitos, a base está feita, mas faltam jogadores em algumas posições”, afirmou o treinador na coletiva após queda nos pênaltis para o Atlético Nacional.

O principal ponto gira em torno de um atleta para suprir a saída de Kaká. O meia tem contrato por empréstimo até o fim de dezembro e irá jogar no futebol norte-americano no ano que vem, pelo Orlando City. Hoje, além do camisa 8, Muricy conta com Ganso, Michel Bastos e Boschilia para a posição. Maicon também pode jogar mais avançado.

Fonte: espn.com.br

Análise SULAMERICANA 14: SPFC 1×0 ATLETICO NACIONAL (1×4 – Penaltis)

Após um dia inteiro de muita chuva o SPFC recebeu em casa o Atlético Nacional para o segundo jogo válido pela Sulamericana. Expectativa? Ao menos dois gols de diferença e carimbar nossa passagem para mais uma final desta competição.

Com um esquema diferente , com LF solitário à frente (justificado por MR por conta do forte meio campo colombiano) o jogo começou bastante retrancado e marcado (por parte do time do Atlético Nacional). Somente após os 15 minutos é que nosso Tricolor passou a achar os espaços e ter domínio da bola, porém, sem muita efetividade.

Esse domínio não durou muito pois a marcação e retranca colombiana era realmente muito forte. Além disso, nas vezes que eles foram ao ataque, levaram muito perigo à nossa zaga. Do nosso lado, o bom momento ficou por conta de lance com Michel Bastos que, aos 32, aproveitou falha da defesa adversária mas o volante Mejía chegou no momento certo para evitar nosso gol. Um pecado! AInda seguimos tentando mas sempre parados pela retranca colombiana, além, claro, da cera do goleiro que espertamente usava o resultado e tempo a seu favor.

Aos 43, um susto! Em contra-ataque Ruiz deixou Cardona na cara de RC. O meia tentou tirar do goleiro com um toquinho, mas Ceni defendeu lindamente.

E assim terminou o primeiro tempo. Detalhe: mesmo com a cera do goleiro colombiano, o juiz deu apenas UM MINUTO de acréscimo. Isso mesmo – UM MINUTO. Lamentável!!!!

E veio o segundo tempo. MR alterou a forma do time jogar. Apenas ajustando as posições de Kaká e Michel Bastos de um , passamos a ter 3 atacantes com a alteração.

Deu certo. O time passou a ser mais efetivo e ofensivo, levando mais perigo de gol. E , aos 8 minutos, nosso Maestro, a Genial Ave (por Antonio Carlos Catta-Preta) bateu falta com perfeição e a bola fez curva foi parar dentro do gol adversário. Alívio!!! 1×0 SPFC!

O Tricolor continuou indo para cima, incomodando demais o adversário e perdendo MUITAS, mas MUITAS chances de gol. Com Michel Bastos, Kaká, Luis Fabiano…. teve para todo mundo.

Com as entradas de Kardec e Osvaldo no lugar de Kaká e Álvaro Pereira , respectivamente, o São Paulo passou a ser todo ataque. O objetivo era conseguir o segundo gol e evitar as penalidades a todo custo.

Tentamos o segundo gol a todo custo. E ele não veio. E como não veio, vieram as penalidades…..

Bom, pelo visto não treinamos para este momento. Haja visto que somente RC acertou sua cobrança. Kardec perdeu de cara, depois Tolói e o time colombiano fez o que tinha de ser feito.

Não deu! E assim terminamos mais um ano. Ainda temos o restante do Brasileirão e a classificação para a Libertadores assegurada. Mas sonhamos com bem mais. Uma pena.

 

Que venha 2015 e dias muito melhores!

 

NOTAS 

SÃO PAULO X ATLÉTICO NACIONAL

 

Rogério – Boa defesa no primeiro tempo .  NOTA – 7,5

Hudson - Joga como se fosse da posição há anos. Bem na defesa e no apoio ao ataque .  NOTA – 7,5

Tolói – Um gigante na defesa. Tomou conta do setor com propriedade.  NOTA – 8,0

Edson Silva – Bom jogo, sem sustos maiores.  NOTA – 7,0

  1. Pereira – Raça pura, mas fica devendo em jogadas que requerem mais talento. NOTA – 6,5

Denílson – Primeiro tempo ruim, melhorou no  segundo , mas fica abaixo dos companheiros. Erra muitos passes. NOTA – 6,0

Souza – Bom jogo. Foi mais a frente no segundo tempo e teve participação importante. NOTA – 8,0

Ganso – Craque.  Só carece de maior participação, mas quando está ligado, mostra categoria incomum. NOTA –  8,5

Kaká – Participação importante, correndo muito, disposição de aplaudir. Está pecando nos passes .  NOTA – 7,0

Luis Fabiano – Um lutador, se movimentou  bastante.  NOTA – 7,5

Bastos - Primeiro tempo um pouco apagado, cresceu no segundo quando passou a jogar mais pela direita. Jogador importante. NOTA – 7,75

Kardec - Pouco tempo.  NOTA – Sem nota.

Osvaldo  –  Precisa repensar a carreira. Há muito tempo está devendo.  NOTA –  4,5

 

Muricy Ramalho – Começou o jogo com o que havia de melhor, com uma escalação prudente e sem os dois atacantes, como vinha fazendo, mesmo porque, além de cansado, o  A. Kardec vinha de contusão. Pode-se argumentar que precisávamos fazer o resultado, mas de nada adianta dois atacantes que ficam se chocando lá na frente.

No primeiro tempo mostrou cautela excessiva, quando precisava do resultado. Soltou mais o time no segundo tempo.

Quando colocou o Osvaldo, quis encorpar  mais o time com M. Bastos na ala esquerda, dando opção de velocidade com o Osvaldo na frente, só que o Osvaldo não está numa boa fase, então não adianta nada, porque além de tudo, o M. Bastos estava bem na frente. NOTA –  6,5

 

Bola Cheia  -  Aplicação do time. Não faltou luta em momento algum.

 

Bola Murcha – Árbitros que insistem em não dar acréscimo mesmo quando o adversário visivelmente faz cera, retardando o jogo demasiadamente. O de hoje até deu cartão para quem fez cera, mas não deu  o desconto no tempo.

Desclassificação do time em pleno Morumbi. Não faltou luta mas um time como o São Paulo não pode desperdiçar uma chance como essa.

 

Agradecimentos  – Ao Sub e Vitão por não terem vindo agourar o time no blog.

 

 Análise: Kátia Firmino

Notas: Márcio Maciel

 

Preleção Copa Sul Americana 2014: São Paulo x Atl. Nacional (COL)

SPFC_x_A.Nacional

Com expectativa de casa cheia e diante de um adversário que também está garantido na Libertadores da América de 2015, o Tricolor definirá o seu futuro na Copa Sul-Americana de 2014 na noite desta quarta-feira (26), às 22h (de Brasília), no Morumbi, contra o Atlético Nacional-COL. Com o placar em Medellín – 1 x 0 para o rival -, o São Paulo precisa vencer por dois gols de diferença para chegar à decisão. Se devolver o resultado de ida, o finalista será decidido nos pênaltis.

E para bater os colombianos e avançar até a grande final do torneio, o São Paulo aposta na força de sua torcida. Com mais de 50 mil pessoas – estádio com grande público – o time são-paulino nunca foi derrotado em partidas internacionais na história. Neste cenário, casa cheia e adversário estrangeiro, foram 18 jogos ao longo dos anos.

Nesse período, com duelos memoráveis, o Tricolor venceu 15 e empatou apenas três. Por isso, o apoio dos torcedores será fundamental para o clube lutar por sua permanência na competição continental. Confiantes, os atletas são-paulinos apostam na força e experiência do elenco para triunfar no duelo de volta da semifinal.

“O torcedor pode acreditar no potencial da equipe. A gente vem em uma sequência muito boa, fazendo bons jogos. Não conquistamos o Campeonato Brasileiro, mas conseguimos outro objetivo:  a classificação para a Libertadores. A gente merece coroar isso tudo que fizemos com um título, porque nossa equipe vive um grande momento”, afirmou o zagueiro Rafael Toloi.

“Quando se perde, o resultado não serve. Quando não se faz gol fora, é mais difícil. Mas temos nossa torcida, que creio vai comparecer e empurrar a gente. A gente confia em 50 mil, 60 mil vozes para tocar esse time para a final do campeonato”, vislumbrou o capitão e goleiro da equipe, Rogério Ceni.

Recuperado de um entorse no tornozelo esquerdo, sofrido na partida de ida após entrada forte do goleiro adversário, no Estádio Atanasio Girardot, o atacante Alan Kardec está novamente à disposição de Muricy Ramalho. Além do camisa 14, o centroavante Alexandre Pato também está liberado pelo Departamento Médico e vai para o jogo.

Durante o clássico contra o Santos, no último final de semana, o camisa 11 sofreu uma pancada no quadril em choque acidental dentro da área adversária e deixou o gramado com dores. No entanto, de domingo (23) para segunda (24), as dores na região diminuíram e o jogador pôde realizar as atividades regenerativas na piscina com os atletas que atuaram no San-São. Integrado ao grupo, o jogador não será problema para a partida e está relacionado.

Vale lembrar que o vencedor do confronto medirá forças contra Boca Juniors-ARG ou River Plate-ARG na final. Assim como brasileiros e colombianos, os argentinos também estão confirmados na Libertadores da América do próximo ano.

SÃO PAULO x ATLÉTICO NACIONAL-COL

Local: Morumbi, em São Paulo (SP)
Data: 26/11/2014, (quarta-feira)
Horário: 22h (de Brasília)
Árbitro: Roddy Zambrano (EQU)
Assistentes: Christian Lescano (EQU) e Byron Romero (EQU)

SÃO PAULO: Rogério Ceni; Hudson, Rafael Toloi, Edson Silva e Alvaro Pereira; Denilson, Souza, Paulo Henrique Ganso e Kaká; Alan Kardec (Michel Bastos) e Luis Fabiano. Técnico: Muricy Ramalho.

ATLÉTICO NACIONAL-COL: Armani; Bocanegra, Nájera, Henríquez e Díaz; Bernal, Mejía, Cardona e Berrío; Copete e Ruíz. Técnico: Juan Carlos Osorio.

Fonte: Site Oficial

Coluna do José Renato: Quando Palhinha recolocou o Tricolor nos Trilhos

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A estreia aconteceu em 29 de janeiro de 1992.

Em partida válida pela rodada inaugural do Brasileiro daquele ano.

O adversário era o Santos.

Éramos atuais campeões paulista e brasileiro.

Telê era cantado em verso e prosa.

O ano de 1991 tinha sido o de resgate.

Para o Tricolor e para o Mestre.

A grande novidade no Mais Querido estava no meio campo.

Jorge Ferreira da Silva tinha sido emprestado junto ao Américo MG.

E chamou a atenção da imprensa por conta de seu apelido, Palhinha.

Remetia ao ex-jogador homônimo que teve destaque no Cruzeiro e em outras equipes alvinegras de menos expressão.

Já em campo, precisava fazer acontecer… senão, era voltar ao Coelho ao final do contrato.

A estreia foi normal e certamente não encantou o Mestre.

O empate por 1 gol passou quase desapercebido.

Logo na partida seguinte, uma atuação apagada no empate sem gols frente o Bragantino.

Perda de posição.

Telê ainda tentava acertar aquele meio campo.

Também testara Eraldo, Gilmar e outros.

Na quinta partida do ano, veio a primeira derrota do ano, 2 a 3 para o Flamengo.

Para Palhinha, não foi de todo mal, entrou no segundo tempo e até gol marcou.

Voltara a ser titular.

No jogo seguinte o adversário foi o Guarani, no Pacaembu.

Nova derrota, 0 a 1.

Veio a estreia na Taça Libertadores, frente o Criciúma, fora de casa.

Telê escalou um time reserva.

Fomos goleados por 0 a 3 no maior jogo da vida do atacante Jairo Lenzi.

Três derrotas seguidas e o jogo seguinte seria frente o rival Palmeiras.

Palhinha era titular.

Fomos novamente goleados, agora por 0 a 4.

Sequência, até então, inédita na história do clube.

O nome de Telê começou a se questionado internamente.

E veio a quinta derrota consecutiva, 0 a 1 para o Internacional, em Porto Alegre.

Mais alguns dias viajaríamos para a Bolívia.

Os jogos aconteceriam na Altitude.

Telê não resistiria a novas derrotas.

A direção tricolor já tinha planos para a substituição do Mestre.

O cenário era obvio.

Em 17 de março, o jogo foi no céu, quase 4.000 de altitude, na cidade de Oruro.

O adversário seria o San José.

A Comissão Técnica trabalhou muito para prevenir a queda de performance dos atletas.

Mas não contavam com o que se viu em campo.

Palhinha correu os 90 minutos, como se estivesse passeando.

Marcou os três gols da goleada por 3 a 0.

Sendo que dois deles no segundo tempo, exatamente quando as condições físicas passariam a ser piores aos atletas.

Algo simplesmente inacreditável e até hoje inexplicável.

Era o término da sequência de 5 derrotas.

Era o começo da redenção Tricolor na Taça Libertadores.

Era o fim de qualquer possibilidade de queda do Mestre.

Voltamos ao Trilho.

Devemos muito disso a Palhinha.

Por: José Renato Sátiro Santiago

É hoje! Boeing decolará para a final?

O Boeing pilotado por Muricy Ramalho levantou voo em setembro do ano passado e sobreviveu mais fortalecido após as turbulências provocadas pelos vexames contra Ponte Preta, Penapolense e Bragantino. Com a vaga na Libertadores assegurada no Brasileirão, o técnico poderá concentrar todas as forças na última escala: o título da Copa Sul-Americana. O problema é que o retrospecto do técnico em mata-matas preocupa.

 

 

1ª ESCALA
A corrida contra o rebaixamento

Em setembro do ano passado, Muricy Ramalho foi chamado às pressas pela diretoria do São Paulo após as demissões de Ney Franco e Paulo Autuori. O clube amargava a zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro e sofria com ambiente ruim no elenco. A chegada do técnico trouxe a torcida para perto do time e, nessa sintonia, o Tricolor ganhou fôlego para evitar o que Muricy chama de “o maior desastre da história desse clube”.

2ª ESCALA
O fracasso paulista

Os torcedores ficaram preocupados nos primeiros dias de 2014, quando apenas Luis Ricardo e Roger Carvalho tinha sido anunciados como reforços. Pouco depois, porém, a torcida se animou com as chegadas de Alvaro Pereira, Souza e Alexandre Pato, impedido de disputar o Paulistão. Sem o atacante, o Tricolor alternou bons e maus momentos, mas chegou bem às quartas de final. O modesto Penapolense, porém, emplacou eliminação histórica no Morumbi ao vencer a disputa de pênaltis.

3ª ESCALA
O fracasso nacional

Com Pato, mas sem o recém-chegado Alan Kardec, o São Paulo queria apagar o vexame do Campeonato Paulista na Copa do Brasil. Após eliminar com facilidade os alagoanos do CSA e do CRB nas duas primeiras fases, o Tricolor venceu o Bragantino no primeiro jogo da terceira fase e parecia tranquilo na competição. Com time reserva no Morumbi, Muricy viu Paulo Miranda abrir o placar logo nos primeiros minutos, mas se desesperou com os três gols da virada bragantina.

4ª ESCALA
Com o passaporte carimbado!

Muricy Ramalho demorou a encontrar a melhor formação do São Paulo no Campeonato Brasileiro. Mesmo quando já tinha recebido os reforços de Kaká e Alan Kardec, quis apostar em Osvaldo e Ademilson, deixando Pato no banco. O time oscilou demais. Na mesma proporção, decolou de carona com o quarteto mágico. Depois, Michel Bastos e Luis Fabiano ajudaram o time a perseguir o Cruzeiro, mas a realidade foi a vaga na Libertadores de 2015, assegurada no clássico com o Santos no último domingo.

O DESTINO
Desembarque com título internacional

Para confirmar a reação que vem comandando desde o ano passado, Muricy Ramalho terá de superar seus fantasmas. Além das viagens de avião, o desempenho em mata-matas pelo São Paulo tiram o sono do treinador. São três taças nos pontos corridos, mas só uma em competições eliminatórias. A melhor campanha foi o vice da Libertadores-06. Ano passado, Muricy já teve uma chance, mas caiu para a Ponte Preta, outro vexame. E amanhã, qual será o destino?

LANCE!

http://www.lancetv.com.br/video/luis-fabiano-faz-golaco-de-bicicleta-em-treino-do-sao-paulo/

GOLAÇO DE LUIS FABIANO