Muricy cobra Aidar por reforços em 2015

Muricy

A eliminação na Copa Sul-Americana praticamente encerrou o ano para o São Paulo. Já garantido na Libertadores de 2015, o clube poderá agora focar mais ainda no planejamento para a temporada que vem por aí. Mas precisa ser mais rápido, de acordo com avaliação do técnico Muricy Ramalho.

“Já conversei com o presidente (Carlos Miguel Aidar). Estamos um pouco lentos, precisamos apertar um pouco mais. Isso aqui é gigante, se você quer o cara precisa ir para cima. A gente tem o perfil do que queremos. Não são muitos, a base está feita, mas faltam jogadores em algumas posições”, afirmou o treinador na coletiva após queda nos pênaltis para o Atlético Nacional.

O principal ponto gira em torno de um atleta para suprir a saída de Kaká. O meia tem contrato por empréstimo até o fim de dezembro e irá jogar no futebol norte-americano no ano que vem, pelo Orlando City. Hoje, além do camisa 8, Muricy conta com Ganso, Michel Bastos e Boschilia para a posição. Maicon também pode jogar mais avançado.

“Já conversei com o presidente (Carlos Miguel Aidar). Estamos um pouco lentos, precisamos apertar um pouco mais. Isso aqui é gigante, se você quer o cara precisa ir para cima. A gente tem o perfil do que queremos. Não são muitos, a base está feita, mas faltam jogadores em algumas posições”, afirmou o treinador na coletiva após queda nos pênaltis para o Atlético Nacional.

O principal ponto gira em torno de um atleta para suprir a saída de Kaká. O meia tem contrato por empréstimo até o fim de dezembro e irá jogar no futebol norte-americano no ano que vem, pelo Orlando City. Hoje, além do camisa 8, Muricy conta com Ganso, Michel Bastos e Boschilia para a posição. Maicon também pode jogar mais avançado.

Fonte: espn.com.br

Análise SULAMERICANA 14: SPFC 1×0 ATLETICO NACIONAL (1×4 – Penaltis)

Após um dia inteiro de muita chuva o SPFC recebeu em casa o Atlético Nacional para o segundo jogo válido pela Sulamericana. Expectativa? Ao menos dois gols de diferença e carimbar nossa passagem para mais uma final desta competição.

Com um esquema diferente , com LF solitário à frente (justificado por MR por conta do forte meio campo colombiano) o jogo começou bastante retrancado e marcado (por parte do time do Atlético Nacional). Somente após os 15 minutos é que nosso Tricolor passou a achar os espaços e ter domínio da bola, porém, sem muita efetividade.

Esse domínio não durou muito pois a marcação e retranca colombiana era realmente muito forte. Além disso, nas vezes que eles foram ao ataque, levaram muito perigo à nossa zaga. Do nosso lado, o bom momento ficou por conta de lance com Michel Bastos que, aos 32, aproveitou falha da defesa adversária mas o volante Mejía chegou no momento certo para evitar nosso gol. Um pecado! AInda seguimos tentando mas sempre parados pela retranca colombiana, além, claro, da cera do goleiro que espertamente usava o resultado e tempo a seu favor.

Aos 43, um susto! Em contra-ataque Ruiz deixou Cardona na cara de RC. O meia tentou tirar do goleiro com um toquinho, mas Ceni defendeu lindamente.

E assim terminou o primeiro tempo. Detalhe: mesmo com a cera do goleiro colombiano, o juiz deu apenas UM MINUTO de acréscimo. Isso mesmo – UM MINUTO. Lamentável!!!!

E veio o segundo tempo. MR alterou a forma do time jogar. Apenas ajustando as posições de Kaká e Michel Bastos de um , passamos a ter 3 atacantes com a alteração.

Deu certo. O time passou a ser mais efetivo e ofensivo, levando mais perigo de gol. E , aos 8 minutos, nosso Maestro, a Genial Ave (por Antonio Carlos Catta-Preta) bateu falta com perfeição e a bola fez curva foi parar dentro do gol adversário. Alívio!!! 1×0 SPFC!

O Tricolor continuou indo para cima, incomodando demais o adversário e perdendo MUITAS, mas MUITAS chances de gol. Com Michel Bastos, Kaká, Luis Fabiano…. teve para todo mundo.

Com as entradas de Kardec e Osvaldo no lugar de Kaká e Álvaro Pereira , respectivamente, o São Paulo passou a ser todo ataque. O objetivo era conseguir o segundo gol e evitar as penalidades a todo custo.

Tentamos o segundo gol a todo custo. E ele não veio. E como não veio, vieram as penalidades…..

Bom, pelo visto não treinamos para este momento. Haja visto que somente RC acertou sua cobrança. Kardec perdeu de cara, depois Tolói e o time colombiano fez o que tinha de ser feito.

Não deu! E assim terminamos mais um ano. Ainda temos o restante do Brasileirão e a classificação para a Libertadores assegurada. Mas sonhamos com bem mais. Uma pena.

 

Que venha 2015 e dias muito melhores!

 

NOTAS 

SÃO PAULO X ATLÉTICO NACIONAL

 

Rogério – Boa defesa no primeiro tempo .  NOTA – 7,5

Hudson - Joga como se fosse da posição há anos. Bem na defesa e no apoio ao ataque .  NOTA – 7,5

Tolói – Um gigante na defesa. Tomou conta do setor com propriedade.  NOTA – 8,0

Edson Silva – Bom jogo, sem sustos maiores.  NOTA – 7,0

  1. Pereira – Raça pura, mas fica devendo em jogadas que requerem mais talento. NOTA – 6,5

Denílson – Primeiro tempo ruim, melhorou no  segundo , mas fica abaixo dos companheiros. Erra muitos passes. NOTA – 6,0

Souza – Bom jogo. Foi mais a frente no segundo tempo e teve participação importante. NOTA – 8,0

Ganso – Craque.  Só carece de maior participação, mas quando está ligado, mostra categoria incomum. NOTA –  8,5

Kaká – Participação importante, correndo muito, disposição de aplaudir. Está pecando nos passes .  NOTA – 7,0

Luis Fabiano – Um lutador, se movimentou  bastante.  NOTA – 7,5

Bastos - Primeiro tempo um pouco apagado, cresceu no segundo quando passou a jogar mais pela direita. Jogador importante. NOTA – 7,75

Kardec - Pouco tempo.  NOTA – Sem nota.

Osvaldo  –  Precisa repensar a carreira. Há muito tempo está devendo.  NOTA –  4,5

 

Muricy Ramalho – Começou o jogo com o que havia de melhor, com uma escalação prudente e sem os dois atacantes, como vinha fazendo, mesmo porque, além de cansado, o  A. Kardec vinha de contusão. Pode-se argumentar que precisávamos fazer o resultado, mas de nada adianta dois atacantes que ficam se chocando lá na frente.

No primeiro tempo mostrou cautela excessiva, quando precisava do resultado. Soltou mais o time no segundo tempo.

Quando colocou o Osvaldo, quis encorpar  mais o time com M. Bastos na ala esquerda, dando opção de velocidade com o Osvaldo na frente, só que o Osvaldo não está numa boa fase, então não adianta nada, porque além de tudo, o M. Bastos estava bem na frente. NOTA –  6,5

 

Bola Cheia  -  Aplicação do time. Não faltou luta em momento algum.

 

Bola Murcha – Árbitros que insistem em não dar acréscimo mesmo quando o adversário visivelmente faz cera, retardando o jogo demasiadamente. O de hoje até deu cartão para quem fez cera, mas não deu  o desconto no tempo.

Desclassificação do time em pleno Morumbi. Não faltou luta mas um time como o São Paulo não pode desperdiçar uma chance como essa.

 

Agradecimentos  – Ao Sub e Vitão por não terem vindo agourar o time no blog.

 

 Análise: Kátia Firmino

Notas: Márcio Maciel

 

Preleção Copa Sul Americana 2014: São Paulo x Atl. Nacional (COL)

SPFC_x_A.Nacional

Com expectativa de casa cheia e diante de um adversário que também está garantido na Libertadores da América de 2015, o Tricolor definirá o seu futuro na Copa Sul-Americana de 2014 na noite desta quarta-feira (26), às 22h (de Brasília), no Morumbi, contra o Atlético Nacional-COL. Com o placar em Medellín – 1 x 0 para o rival -, o São Paulo precisa vencer por dois gols de diferença para chegar à decisão. Se devolver o resultado de ida, o finalista será decidido nos pênaltis.

E para bater os colombianos e avançar até a grande final do torneio, o São Paulo aposta na força de sua torcida. Com mais de 50 mil pessoas – estádio com grande público – o time são-paulino nunca foi derrotado em partidas internacionais na história. Neste cenário, casa cheia e adversário estrangeiro, foram 18 jogos ao longo dos anos.

Nesse período, com duelos memoráveis, o Tricolor venceu 15 e empatou apenas três. Por isso, o apoio dos torcedores será fundamental para o clube lutar por sua permanência na competição continental. Confiantes, os atletas são-paulinos apostam na força e experiência do elenco para triunfar no duelo de volta da semifinal.

“O torcedor pode acreditar no potencial da equipe. A gente vem em uma sequência muito boa, fazendo bons jogos. Não conquistamos o Campeonato Brasileiro, mas conseguimos outro objetivo:  a classificação para a Libertadores. A gente merece coroar isso tudo que fizemos com um título, porque nossa equipe vive um grande momento”, afirmou o zagueiro Rafael Toloi.

“Quando se perde, o resultado não serve. Quando não se faz gol fora, é mais difícil. Mas temos nossa torcida, que creio vai comparecer e empurrar a gente. A gente confia em 50 mil, 60 mil vozes para tocar esse time para a final do campeonato”, vislumbrou o capitão e goleiro da equipe, Rogério Ceni.

Recuperado de um entorse no tornozelo esquerdo, sofrido na partida de ida após entrada forte do goleiro adversário, no Estádio Atanasio Girardot, o atacante Alan Kardec está novamente à disposição de Muricy Ramalho. Além do camisa 14, o centroavante Alexandre Pato também está liberado pelo Departamento Médico e vai para o jogo.

Durante o clássico contra o Santos, no último final de semana, o camisa 11 sofreu uma pancada no quadril em choque acidental dentro da área adversária e deixou o gramado com dores. No entanto, de domingo (23) para segunda (24), as dores na região diminuíram e o jogador pôde realizar as atividades regenerativas na piscina com os atletas que atuaram no San-São. Integrado ao grupo, o jogador não será problema para a partida e está relacionado.

Vale lembrar que o vencedor do confronto medirá forças contra Boca Juniors-ARG ou River Plate-ARG na final. Assim como brasileiros e colombianos, os argentinos também estão confirmados na Libertadores da América do próximo ano.

SÃO PAULO x ATLÉTICO NACIONAL-COL

Local: Morumbi, em São Paulo (SP)
Data: 26/11/2014, (quarta-feira)
Horário: 22h (de Brasília)
Árbitro: Roddy Zambrano (EQU)
Assistentes: Christian Lescano (EQU) e Byron Romero (EQU)

SÃO PAULO: Rogério Ceni; Hudson, Rafael Toloi, Edson Silva e Alvaro Pereira; Denilson, Souza, Paulo Henrique Ganso e Kaká; Alan Kardec (Michel Bastos) e Luis Fabiano. Técnico: Muricy Ramalho.

ATLÉTICO NACIONAL-COL: Armani; Bocanegra, Nájera, Henríquez e Díaz; Bernal, Mejía, Cardona e Berrío; Copete e Ruíz. Técnico: Juan Carlos Osorio.

Fonte: Site Oficial

Coluna do José Renato: Quando Palhinha recolocou o Tricolor nos Trilhos

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A estreia aconteceu em 29 de janeiro de 1992.

Em partida válida pela rodada inaugural do Brasileiro daquele ano.

O adversário era o Santos.

Éramos atuais campeões paulista e brasileiro.

Telê era cantado em verso e prosa.

O ano de 1991 tinha sido o de resgate.

Para o Tricolor e para o Mestre.

A grande novidade no Mais Querido estava no meio campo.

Jorge Ferreira da Silva tinha sido emprestado junto ao Américo MG.

E chamou a atenção da imprensa por conta de seu apelido, Palhinha.

Remetia ao ex-jogador homônimo que teve destaque no Cruzeiro e em outras equipes alvinegras de menos expressão.

Já em campo, precisava fazer acontecer… senão, era voltar ao Coelho ao final do contrato.

A estreia foi normal e certamente não encantou o Mestre.

O empate por 1 gol passou quase desapercebido.

Logo na partida seguinte, uma atuação apagada no empate sem gols frente o Bragantino.

Perda de posição.

Telê ainda tentava acertar aquele meio campo.

Também testara Eraldo, Gilmar e outros.

Na quinta partida do ano, veio a primeira derrota do ano, 2 a 3 para o Flamengo.

Para Palhinha, não foi de todo mal, entrou no segundo tempo e até gol marcou.

Voltara a ser titular.

No jogo seguinte o adversário foi o Guarani, no Pacaembu.

Nova derrota, 0 a 1.

Veio a estreia na Taça Libertadores, frente o Criciúma, fora de casa.

Telê escalou um time reserva.

Fomos goleados por 0 a 3 no maior jogo da vida do atacante Jairo Lenzi.

Três derrotas seguidas e o jogo seguinte seria frente o rival Palmeiras.

Palhinha era titular.

Fomos novamente goleados, agora por 0 a 4.

Sequência, até então, inédita na história do clube.

O nome de Telê começou a se questionado internamente.

E veio a quinta derrota consecutiva, 0 a 1 para o Internacional, em Porto Alegre.

Mais alguns dias viajaríamos para a Bolívia.

Os jogos aconteceriam na Altitude.

Telê não resistiria a novas derrotas.

A direção tricolor já tinha planos para a substituição do Mestre.

O cenário era obvio.

Em 17 de março, o jogo foi no céu, quase 4.000 de altitude, na cidade de Oruro.

O adversário seria o San José.

A Comissão Técnica trabalhou muito para prevenir a queda de performance dos atletas.

Mas não contavam com o que se viu em campo.

Palhinha correu os 90 minutos, como se estivesse passeando.

Marcou os três gols da goleada por 3 a 0.

Sendo que dois deles no segundo tempo, exatamente quando as condições físicas passariam a ser piores aos atletas.

Algo simplesmente inacreditável e até hoje inexplicável.

Era o término da sequência de 5 derrotas.

Era o começo da redenção Tricolor na Taça Libertadores.

Era o fim de qualquer possibilidade de queda do Mestre.

Voltamos ao Trilho.

Devemos muito disso a Palhinha.

Por: José Renato Sátiro Santiago

É hoje! Boeing decolará para a final?

O Boeing pilotado por Muricy Ramalho levantou voo em setembro do ano passado e sobreviveu mais fortalecido após as turbulências provocadas pelos vexames contra Ponte Preta, Penapolense e Bragantino. Com a vaga na Libertadores assegurada no Brasileirão, o técnico poderá concentrar todas as forças na última escala: o título da Copa Sul-Americana. O problema é que o retrospecto do técnico em mata-matas preocupa.

 

 

1ª ESCALA
A corrida contra o rebaixamento

Em setembro do ano passado, Muricy Ramalho foi chamado às pressas pela diretoria do São Paulo após as demissões de Ney Franco e Paulo Autuori. O clube amargava a zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro e sofria com ambiente ruim no elenco. A chegada do técnico trouxe a torcida para perto do time e, nessa sintonia, o Tricolor ganhou fôlego para evitar o que Muricy chama de “o maior desastre da história desse clube”.

2ª ESCALA
O fracasso paulista

Os torcedores ficaram preocupados nos primeiros dias de 2014, quando apenas Luis Ricardo e Roger Carvalho tinha sido anunciados como reforços. Pouco depois, porém, a torcida se animou com as chegadas de Alvaro Pereira, Souza e Alexandre Pato, impedido de disputar o Paulistão. Sem o atacante, o Tricolor alternou bons e maus momentos, mas chegou bem às quartas de final. O modesto Penapolense, porém, emplacou eliminação histórica no Morumbi ao vencer a disputa de pênaltis.

3ª ESCALA
O fracasso nacional

Com Pato, mas sem o recém-chegado Alan Kardec, o São Paulo queria apagar o vexame do Campeonato Paulista na Copa do Brasil. Após eliminar com facilidade os alagoanos do CSA e do CRB nas duas primeiras fases, o Tricolor venceu o Bragantino no primeiro jogo da terceira fase e parecia tranquilo na competição. Com time reserva no Morumbi, Muricy viu Paulo Miranda abrir o placar logo nos primeiros minutos, mas se desesperou com os três gols da virada bragantina.

4ª ESCALA
Com o passaporte carimbado!

Muricy Ramalho demorou a encontrar a melhor formação do São Paulo no Campeonato Brasileiro. Mesmo quando já tinha recebido os reforços de Kaká e Alan Kardec, quis apostar em Osvaldo e Ademilson, deixando Pato no banco. O time oscilou demais. Na mesma proporção, decolou de carona com o quarteto mágico. Depois, Michel Bastos e Luis Fabiano ajudaram o time a perseguir o Cruzeiro, mas a realidade foi a vaga na Libertadores de 2015, assegurada no clássico com o Santos no último domingo.

O DESTINO
Desembarque com título internacional

Para confirmar a reação que vem comandando desde o ano passado, Muricy Ramalho terá de superar seus fantasmas. Além das viagens de avião, o desempenho em mata-matas pelo São Paulo tiram o sono do treinador. São três taças nos pontos corridos, mas só uma em competições eliminatórias. A melhor campanha foi o vice da Libertadores-06. Ano passado, Muricy já teve uma chance, mas caiu para a Ponte Preta, outro vexame. E amanhã, qual será o destino?

LANCE!

http://www.lancetv.com.br/video/luis-fabiano-faz-golaco-de-bicicleta-em-treino-do-sao-paulo/

GOLAÇO DE LUIS FABIANO

Giro Tricolor 25/11/2014 : M1to, Penalty e Reforços 2015

Vote no M1to. Vote no M1to para o Craque do Brasileirão de 2014:

http://globoesporte.globo.com/futebol/votacaomultimidia/2014/11/quem-e-o-craque-da-galera-2014.html

Reunião no Morumbi sela paz momentânea entre Penalty e São Paulo.  Uma reunião entre o presidente da Penalty e Aidar, selou a paz momentânea entre as duas instituições. A Penalty cancelou o evento de Ceni e aguardará um posicionamento a respeito.

Outro alinhamento foi o de que a empresa possa deixar o Tricolor ou ao final do ano ou ao final do Paulistão 2015. Ainda devem ser discutidos detalhes mas já foi um grande avanço na paz.

Under Armour e Puma. As empresas seguem no páreo para substituir a Penalty mas a americana leva vantagem. O interesse é real e concreto mas depende de uma posição da atual patrocinadora.

Reforços. Depois de cravar que não virão Lugano e nem Edu Dracena, Ataíde referendou que não trará jovens e sim apostará na base. Fica a pergunta: Utilizarão Roni, J. Schimidt, Inácio, Auro, Lucas Farias, Hebling etc?

Sobre não trazer veteranos e querer 3 reforços de 25 anos, tudo fica no limbo sem encaminhamento.

Perguntado sobre Wesley, desconversou e não respondeu o que aumenta os indícios de que aguardam o Palmeiras se posicionar a respeito para desistirem do atleta. O Palmeiras, por sua vez, fez investida no volante Amaral do Goiás.

A única certeza é de que não virão goleiros.

#60MilnoMorumbi. Recebemos a informação de que 40 mil ingressos já foram vendidos. Estamos chegando!

Tomara que cheguemos aos 60mil!

Fontes: Yahoo! Esportes, Globo Esporte.com e Blog do São Paulo 

Sou, Sou Tricolor: Edu Dracena não!!

banner_sou_tricolor_2Fosse apenas mais uma das especulações criadas por ‘monstros’ da imprensa esportiva, do naipe de Jorge Nicola, Juca Kfouri, Oscar Ulisses e Chico Lang, eu nem me daria ao trabalho de falar a respeito. Ainda mais porque estamos entrando naquele período infernal de contratações e sondagens no futebol brasileiro.  Mas a informação veio de gente bem informada, e publicada em veículos de credibilidade como este blog e também o Painel da Folha de S.Paulo, por exemplo.  Muricy Ramalho pediu Edu Dracena!

Que desespero!

Já escrevi na minha coluna, por uma ou duas vezes, sobre como admiro o nosso atual treinador. São-paulino, criado no Morumbi, sucesso como jogador e técnico. Conhece bem o clube, tem caráter e é um dos melhores do país há pelo menos 10 anos. Não bastassem os títulos, ainda nos salvou de um rebaixamento bem encaminhado no ano passado, e nos levou a Libertadores de 2015. Muricy é o cara!

Mas se tem algo que os nossos dirigentes precisam aprender, caso ainda não saibam, é a limitar o poder de indicação de Muricy. Não apenas porque o Tricolor historicamente é um clube em que os treinadores apenas ‘dão o aval’ para as contratações, mas também porque Muricy Ramalho não sabe indicar.

Um exemplo clássico que guardo na memória é o de Fábio Santos, um volante que atuou no São Paulo em 2008. Com fama de bad boy, chegou por recomendação de Muricy, com quem havia atuado no São Caetano, 4 anos antes. Para quem não se lembra, tratava-se de um jogador bem meia-boca. Um Felipe Mello bastante piorado.

Fábio Santos não foi o único caso frustrado ocorrido durante o período do tricampeonato brasileiro. Eu tinha na cabeça que Joílson, lateral-direito ex-Botafogo, também havia sido sugestão de nosso treinador. Fui confirmar a informação no Google e me surpreendi com uma série de pérolas propostas por Muricy no período em que comandava o time da Vila Belmiro. Craques do calibre de Renê Junior, Fernando Bob, Pirão(?), Roger Gaúcho, Bernardo, entre outros, foram indicados por ele á direção santista. É claro que uma notícia ou outra podem ser incorretas. Mas corroboram com minha opinião sobre Muricy e suas opções. Dá para entender inclusive como Paulo Miranda, Maicon e Ademilson jogam tantas vezes com o treinador.

Mas voltando ao caso especifico da semana, Edu Dracena não tem condição nenhuma de jogar no Tricolor. Foi um bom zagueiro em todos os clubes que passou, do Guarani de Campinas até o próprio time em que joga atualmente. FOI. Hoje, além de não ter mais a mesma qualidade de outrora, ainda passa mais tempo lesionado do que disponível para jogo. Será que não aprenderam nada com a contratação de Fabrício, atualmente no vasco?

Seria o mesmo que querer trazer o Lugano, com a diferença que o uruguaio traria retorno pelo menos midiático e no marketing. Mas sou contra a vinda de Lugano também. Se querem apostar em um zagueiro experiente, porque não trazer o André Dias? Está parado há 6 meses, mas jogava o campeonato italiano, como titular. Ou então, bate na porta do Atlético MG e pergunta sobre o Réver, que mal tem jogado neste ano, mas longe de ter a carreira decretada em declínio por causa de contusões.

Seja como for, Edu Dracena não! Se as opções no mercado são escassas, é preferível apostar em Rafael Toloi e Rodrigo Caio, do que trazer o zagueiro santista. E deixem o Muricy fora das mesas de negociação.

 

Wagner Moribe

wmoribe@hotmail.com

twitter.com/wmoribe